segunda-feira, 14 de julho de 2008
Efeméride
Fez-se História em Esmeriz
sábado, 12 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Dicionário
Não, não é um virus, é a palavra "Campanário" escrita em gronelandês.
Prof. PVG, faça o favor de entrar
Da minha parte, confirmam-se as certezas de que não podiamos ter a cultura portuguesa em Goa entregue em melhores mãos.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Na torre Eiffel estão 12 estrelas...
domingo, 29 de junho de 2008
Do outro lado de uma linha
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Direito, torto, europeu e autocarro
Ricardo Quaresma apresentou uma bola de futebol numa conferencia de imprensa, para provar que esteve no Europeu de futebol, respondendo assim a "muita gente que diz que eu nem sequer pus lá os pés", acrescentando que "provas contra mim são só circunstanciais".
Só mesmo para encerrar o capitulo Europeu de futebol (o capitulo Europeu não se fechará por ora) dou nota ainda citando as mesmas fontes que "Apoiantes que empurravam o autocarro da selecção [n.r. seleção dentro de pouco tempo] colocaram-se à frente para serem atropelados", apondando como razões a permanencia de Ricardo e Madail e a partida do Nosso Senhor do Caravaggio. Ai se o Caravaggio sabia, tinha-se reformado cedo...
Thank you Robert!
I envy Muslims too
It must be great to be so sure
As I’m talking to a Jew;
He said pray to god for mercy
He said get down on your knees
He said ask him for forgiveness
He said when you do say please (do us a favour)
And I’ve got no one to turn to
When I’m sinking in the ship
I feel so sad and lonely
No one to tell me what to do
He said well I shouldn't grumble
We all have our ups and down
If you just ask him nicely
He'll iron out your frown (I said do us a favour)
And if I don't believe in will power (keep ya hair on)
Self expressions such a fraud
I mean how can I express myself
When there's no self to express
Be serious
Then he put a lid on it
Do us a favour
I really envy Christians (do us a favour)
I envy Muslims too (do us a favour)
It must be great to be so sure (do us a favour)
Probably do want you (do us a favour)
Do us a favour
When I’ve got no one to turn to (do us a favour)
When I’m sinking in the ship (do us a favour)
Feel so sad and lonely (do us a favour)
No one to tell me what to do (do us a favour)
Be serious (do us a favour)
Do us a favour
And I don’t believe in willpower (do us a favour)
Self expressions such a fraud (do us a favour)
How can I express myself (do us a favour)
When there's no self to express (do us a favour)
Be serious (do us a favour)
...the dust... a building... the universe...
Do us a favour
Leave it out
segunda-feira, 16 de junho de 2008
A não perder
Irlanda, a pedra no sapato
Se essa é a prateleira dos pratos sujos, não me parece que o TL mereça aí ficar (por enquanto).
Veremos se vai tudo ficar em pratos limpos, ou se vão partir a louça toda.
Quer-me parecer que o tratado vai para a frente, nem que se crie uma União Europeia 26+1...
Entretanto, brindemos à Selecção com uma Guiness!
Por falar nisso, vou ter que interromper este post pois vamos em directo para Neuchâtel onde, segundo testemunhas oculares, o Cristiano Ronaldo acabou de se pentear!
sábado, 14 de junho de 2008
Não era a Irlanda um exemplo?
terça-feira, 10 de junho de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Palavras para quê?! é a loucura!
O filho do recluso!!
terça-feira, 20 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
E claro, a resposta à altura
O 'Jornal de Angola', diário estatal angolano, traz na sua edição de hoje um artigo, em que critica o músico irlandês Bob Geldof, por este ter afirmado ontem, em Lisboa, que Angola é gerida por "criminosos".
O único diário angolano, no seu artigo intitulado "O cómico Geldof e a falsa notícia", publicado no espaço de opinião do jornal, trata o artista por "comediante".
Segundo o jornal, Bob Geldof, convidado pelo Banco Espírito Santo (BES) e pelo Expresso para falar sobre desenvolvimento sustentado, em Lisboa, ao invés disso resolveu "fazer rir a selecta assistência" que o ouvia.
"O convidado de honra do BES e do Expresso começou por fazer rir a selecta assistência que no caríssimo Hotel Pestana de Lisboa o ouvia atentamente, ao afirmar que as casas mais ricas do mundo estão na Baía de Luanda, são mais caras do que em Chelsea e Park Lane", lê-se no artigo.
O jornal ressalta que a afirmação do músico indica que Bob Geldof "não sabe sequer onde fica Luanda e muito menos Angola".
"Bob Geldof ou comportava uma dose excessiva de uísque ou não sabe sequer onde fica Luanda e muito menos Angola. Na Baía de Luanda não há casas...", refere o artigo, que não é assinado.
Mais adiante, o texto refere que "o organizador do Live Aid e do Live 8, no ambiente luxuoso do Hotel Pestana e ante os pobrezinhos do BES ou os proprietários do Expresso, resolveu ser malcriado".
"Bob Geldof é verdadeiro, trata-se daquele espertalhaço que fez concertos rock para matar a fome ao mundo, mandou uns bagos de jinguba para África e o resto foi para outros bolsos mais selectos", escreve o 'Jornal de Angola'.
"O BES também é verdadeiro, tem largos interesses económicos em Angola e, pelos vistos, a sua administração gosta de lidar com criminosos. Pinto Balsemão também é verdadeiro, embora adore vender ilusões", adianta o artigo.
O artigo faz referência ao facto de a notícia ter sido divulgada pela agência noticiosa portuguesa Lusa e de possuir "o seu lado de falsa".
"A falsidade da notícia está no facto de ter reportado que o embaixador angolano, Assunção dos Anjos, abandonou a sala quando o comediante Bob disse que Angola é governada por criminosos", diz o texto. "Na verdade, o embaixador de Angola em Portugal nem sequer estava na sala", acrescenta.
De acordo com o jornal, o artista "fez mesmo a diferença e portou-se como os seus contratadores queriam".
"Pelos vistos o BES, tem que ver quem convida para falar de desenvolvimento sustentado. É que lhe pode aparecer alguém a injuriar governantes estrangeiros", escreve o diário.
"Se um dia alguém o contratar para uma conferência no Hotel Alvalade, em Luanda, o músico vai chamar criminosos aos seus próprios governantes, descendentes de piratas e negreiros e que ainda hoje vivem na opulência à custa dos povos de África ou da Ásia. É tudo uma questão de dinheiro. Mas em Angola ninguém compra farsantes", lê-se.
In Expresso on-line
Hello Bob, ou o triste império desta pátria cada vez menos minha
Para Bob Geldof, através da capacidade de acção em África, a voz de Portugal pode ser "decisiva na Europa, que por sua vez é ouvida no mundo".
O activista criticou igualmente a postura actual dos países europeus - salientando também aqui o papel de Portugal - face às nações africanas, especialmente nos acordos de parceria económica. "Esta cidade, Lisboa, é a cidade onde se realizou a cimeira UE-África, quando a Europa forçou os países africanos a assinar os acordos de parceria económica", acusou.
"Onde os europeus disseram aos africanos: 'ou aceitam este acordo ou não comerciamos convosco'". "Isto não é sustentável! Isto não é ter uma voz, é estupidez", frisou.
Num comunicado lacónico assinado pelo director do gabinete de comunicação, o BES declara “formal e inequivocamente” que “é totalmente alheio e não se identifica com as afirmações injuriosas” de Bob Geldof sobre o estado de Angola.
Ao tomar conhecimento destas afirmações, a embaixada de Angola em Portugal manifestou o seu “total repúdio” e garantiu que “não deixará de tomar as medidas legais que considere apropriadas para repor a verdade dos factos”.
“A manifesta má fé das palavras proferidas, o teor das mesmas, o desconhecimento do esforço que o Estado Angolano tem vindo a fazer para melhorar as condições de vida das populações” levam a que, “irresponsavelmente, alguém que devia medir bem o peso das suas afirmações coloque em causa a honorabilidade de terceiros”, lê-se num comunicado da representação diplomática, citada pela agência Angop.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Dans le métro à Paris
Já viram que sítio de ensaio porreiro?!
Enquanto vão da torre Eifel para Notre Dame, ensaiam as suas musiquinhas, ganham uns trocos e não incomodam os vizinhos porque estão 100 metros debaixo da terra!
Só imagino...tocar a "Echoes" por aqueles tuneis fora...Um dó tocado nos campos elísios, só respirava na Gare du nord.
